ID: Francisco Martins

Designer & Ilustrador Cascais

FRANCISCO MARTINS
Cascais
www.behance.net/francmartins

Descreve-nos o teu trabalho em três palavras.
Onírico, místico, subversivo;

Qual a primeira coisa que pensas quando acordas de manhã?
Depende… se for dia de semana penso: Deus! este despertador está aqui, está a voar contra a parede!
Se for fim de semana penso: Ronha… life’s good. COMIDA!!

Em pequeno, o que querias ser quando fosses grande?
Segundo me contam, tinha fortes convicções de que seria o próximo Super-Homem. Entretanto essa aspiração paradoxal deu lugar a outras também pouco tangíveis tendo em conta a minha personalidade de bicho do mato, sendo que a mais ardente era ser cantor.

Quais os teus ídolos?
Hum… não gosto nada dessa palavra “ídolo”. Faz-me logo pensar em estatuetas religiosas que olham para mim com ar reprovador. (Eu sei… demência pura). Colocando as coisas de forma diferente – retóricamente falando – algumas pessoas que admiro são: David Lachapelle, Erwin Olaf, Stephan Sagmeister, Tim Burton, Boris Vallejo, Brian Froud, Gerald Brom, Dominique Philibert, Todd Harris, Nacho Molina, Ashley Wood, Pascal Blanché, Frank Frazetta, Anne Julie Aubry, entre vários outros que agora não me recordo.

Quais foram as férias mais inesqueciveis e insólitas que fizeste na vida?
Por incrível que pareça as minhas férias mais inesquecíveis (e extremamente insólitas) foram no acampamento de Tavira. Foram tão insólitas que não posso neste espaço entrar em detalhes e explicar porquê.

Tens animais de estimação?
Tive um Husky da Sibéria lindo chamado Baltazar que adorava. De momento não tenho nenhum animal de estimação.

Cantas no chuveiro? O quê?
Sim, canto até praticamente deitar os pulmões pela boca. Humm… tanta coisa… músicas de Lauryn Hill, Joshua Radin, James Morrison entre muitas outras coisas – algumas delas não sendo suficientemente prestigiantes para serem aqui referidas.

Ainda vês televisão ou cedeste à internet?
Definitivamente cedi à internet.

Onde é o melhor sítio para te inspirares?
Locais místicos cercados por vegetação luxuriante. Encontro em Sintra o paradigma desse ideal. Para mim Sintra é um dos locais mais mágicos e inspiradores à face da terra.

O que andas a fazer neste momento?
Neste momento além de trabalhar a tempo inteiro numa agência de design, tenho vários projectos pessoais e freelance a decorrer.

Faço os possíveis por estar sempre envolvido em colaborações artísticas com publicações que admiro. Este ano tive a honra de ser convidado pela segunda vez para exibir o meu trabalho num livro da TASCHEN focalizado em ilustração de retrato. Colaboro frequentemente com a revista UMBIGO, bem como realizo trabalhos para a revista DIF periodicamente. No meio de tudo isto tenho sempre os meus projectos pessoais dos quais nunca abdico – projectos que faço só porque me apetece fazer e que são uma forma de descarregar energias e transpor emoções para a “tela”. Digamos que preciso desses trabalhos pessoais para manter a minha sanidade mental e os meus níveis de criatividade devidamente calibrados.
De momento estou a trabalhar num projecto que consiste numa série de ilustrações inspiradas na mitologia de várias civilizações antigas, ao mesmo tempo que termino um trabalho para um cliente coreano.
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