Festival CriaSons apresenta nove obras inéditas em seis cidades do País

O Festival CriaSons apresenta em estreia mundial nove obras inéditas de música de câmara, de sete compositores portugueses.

O Festival CriaSons apresenta em estreia mundial nove obras inéditas de música de câmara, de sete compositores portugueses. Até ao dia 26 de Março, este festival leva às cidades de Évora, Funchal, Lisboa, Pombal, Póvoa do Varzim e Viana do Castelo, um repertório de excelência da música de câmara nacional, numa série de concertos de entrada livre, que visa promover a criação artística nacional e a fruição irrestrita da música erudita junto do grande público.

Dedicado ao tema tendências da música de câmara portuguesa contemporânea, o Festival CriaSons reúne três dos mais prestigiados agrupamentos nacionais Opus Ensemble, Duo Contracello e Quarteto Lopes-Graça – na interpretação de um repertório chave da música de câmara de autor português, que inclui a estreia mundial de nove obras especialmente criadas pelos compositores Amílcar Vasques-Dias, Anne Victorino d’Almeida, António Victorino d’Almeida, César Viana, Jorge Costa Pinto, Paulo Jorge Ferreira e Sérgio Azevedo.

AGENDA

Concertos

Data

Local

Duo Contracello 11 Fev. 21h30 Teatro Sá de Miranda, Viana do Castelo
Duo Contracello 12 Fev. 21h30 Museu Municipal, Póvoa do Varzim
Quarteto Lopes Graça 05 Mar. 21h30 Teatro Cine, Pombal
Duo Contracello 05 Mar. 18h00 Palácio Foz, Lisboa
Quarteto Lopes Graça 06 Mar. 18h00 Palácio Foz, Lisboa
Opus Ensemble 13 Mar. 18h00 Palácio Foz, Lisboa
Quarteto Lopes Graça 15 Mar. 21h30 Teatro Baltazar Dias, Funchal
Opus Ensemble 20 Mar. 17h30 Teatro Sá de Miranda, Viana do Castelo
Quarteto Lopes Graça 26 Mar. 18h00 Convento dos Remédios, Évora

Na passada segunda-feira, dia 17 de Janeiro, o Jardim de Inverno do São Luíz Teatro Municipal, em Lisboa, encheu-se para assistir ao concerto especial de apresentação do Festival CriaSons. Dirigiram a palavra Pedro Wallenstein, Presidente da Cooperativa de Gestão dos Direitos dos Artistas intérpretes ou Executantes (GDA), o maestro António Victorino D’Almeida, a pianista Olga Prats e Alejandro Erlich-Oliva, membro fundador do Opus Ensemble e responsável pela organização do festival, em conjunto com Adriano Aguiar e Luís Pacheco Cunha.

Os convidados foram unânimes ao sublinhar a importância de iniciativas como Festival CriaSons na valorização do património artístico nacional, com enfoque no estímulo que representam para criadores e intérpretes, a oportunidades de contactar com um público mais alargado e que habitualmente não frequenta os circuitos da música erudita. O evento culminou com a interpretação de obras de Alfredo Keil, Fernando Lopes-Graça e Sérgio Azevedo, a cargo do Duo Contracello, Quarteto Lopes-Graça, Olga Prats e do oboísta Pedro Ribeiro.

“O sector cultural é um dos principais motores da economia europeia e, segundo o Eurostat, em Portugal tem um contributo superior para PIB comparado com sectores como o imobiliário ou a industria automóvel. Acredito que o Festival CriaSons afirma a missão de Musicamera produções, não só na divulgação da música de câmara, mas também na valorização de toda a cultura nacional. Convido todos a frequentarem este festival. No segundo concerto, já no próximo dia 11 de Fevereiro, em Viana do Castelo, o evento prosseguirá o seu cartaz de excelência com a estreia mundial de obras de António Victorino D’Almeida, César Viana e Paulo Jorge Ferreira, interpretadas pelo Duo Contracello” referiu Alejandro Erlich-Oliva, na apresentação do concerto do São Luíz Teatro Municipal.

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