
Fotografia: Alina Zardo
Giulia Battaglini
Lisboa/Udine
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Descreve-nos o teu trabalho em três palavras.
Desafiante, motivador, criativo.
Qual a primeira coisa que pensas quando acordas de manhã?
“Mais 5 minutos, por favor”
Em pequeno, o que querias ser quando fosses grande?
Sempre tive um fascínio enorme pelo teatro. Queria ser actriz.
Quais os teus ídolos?
Idolatrar é algo que não me pertence, mas fico frequentemente inspirada, principalmente pelas pessoas que me rodeiam, mais do que por mitos distantes da minha realidade.
Quais foram as férias mais inesquecíveis e insólitas que fizeste na vida?
Não foram bem férias, mas tornaram-se tais. Voltei de Lisboa para Itália com um desconhecido, num carro que tinha sido roubado um ano antes (e pertencia ao desconhecido), percorrendo o norte da Espanha. Durante a viagem, ainda perdemos as chaves do carro e tivemos que o assaltar nós próprios com a ajuda de um mecânico improvável. Foi lindo!
Tens animais de estimação?
Não lido bem com pêlos no sofá, cocó e xixi espalhados em sítios que não sejam a sanita. Não, não tenho.
Cantas no chuveiro? O quê?
Partilho casa e gosto de manter bom ambiente, por isto, é melhor ficar com a boca fechada.
Ainda vês televisão ou cedeste à internet?
Tenho uma televisão em casa, mas nunca carreguei no botão On/Off para ver se funcionava. Definitivamente, Internet.
Qual é o melhor sítio para te inspirares?
Em frente a um prato de uma óptima comida, ainda melhor se acompanhado por um copo de vinho.
O que andas a fazer neste momento?
Neste momento, estou a trabalhar num festival de cinema em Itália – o Far East Film Festival – e, paralelamente, continuo responsável pelo projecto Migalhas – cultura à mesa, uma revista distribuída nos restaurantes e cafés lisboetas. Mas tenho outras ideias na gaveta, que espero abrir brevemente.










