
Bernardo Mendonça, Lisboa
Jornalista
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Descreve-nos o teu trabalho em três palavras.
Investigar, perguntar e informar.
Qual a primeira coisa que pensas quando acordas de manhã?
Só mais cinco minutos, please!…
Em pequeno, o que querias ser quando fosses grande?
Actor de teatro (e fui).
Quais os teus ídolos?
Não tenho ídolos. Mas referências: Quentin Tarantino, Agnés Varda, Luiz Pacheco, Al Berto, Pessoa, Virginia Woolf, Truman Capote, Marguerite Duras, Marguerite Yourcenar, Ryszard Kapuscinski…
Quais foram as férias mais inesqueciveis e insólitas que fizeste na vida?
O inter-rail de um mês que fiz em 97 com destino a Istambul com passagem bizarra em Sighisoara, na Transilvânia, para conhecer a terra do conde Vlad Dracula.
Tens animais de estimação?
Sim. Um casal de gatos. A Olívia e o Palito.
Cantas no chuveiro? O quê?
Não canto. Coloco o iPad a tocar a banda sonora dos meus banhos.
Ainda vês televisão ou cedeste à internet?
O televisor é cada vez mais um objecto estranho em minha casa. Mas não resisto a boas séries. O sanguinário Dexter colou-me ao ecrã.
Onde é o melhor sítio para te inspirares?
No avião, a caminho de um qualquer lugar… inspirador.
O que andas a fazer neste momento?
A moderar o programa A Resistência, produzido pela Subfilmes, que vai para o ar todas as segundas-feiras no site do Expresso. É gravado em becos, caves, garagens, fábricas abandonadas, onde malta da nova geração discute o país e o mundo de uma forma completamente diferente, fresca, desempoeirada, subversiva, apartidária.










