ID: Bruno Reis

Professor de Ioga Lisboa
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BRUNO REIS, Lisboa

Professor de Ioga

Descreve-nos o teu trabalho em três palavras.
Bem-estar. Qualidade de vida. Energia. Faz de conta que “qualidade de vida” é uma palavra…

Qual a primeira coisa que pensas quando acordas de manhã?
Que tenho muitas coisas para fazer e que não há tempo para pensar.

Em pequeno, o que querias ser quando fosses grande?
Durante muito tempo quis ser um performer, pois adorava cantar, dançar e cheguei a experimentar representação em teatro e TV. Cheguei a fazer formação nessa área. Também queria ser escritor, imaginava-me a viver a minha terceira idade num monte alentejano e a escrever muitos romances.

Quais os teus ídolos?
Foram muitos ao longo da minha vida. Mas são eles Alexandre, o Grande, pelo exemplo de vida; Mies van der Rohe, pelo exemplo de estética; e ainda Nietzsche por me fazer acreditar no homem enquanto ser humano. Também sou fã do Damien Hirst pelo sensacionalismo das suas obras de arte, que satirizam muito bem a civilização actual.

Quais foram as férias mais inesquecíveis e insólitas que fizeste na vida?
Houve umas férias na minha adolescência que me lembro de ter parado e pensar “estas são as melhores férias da minha vida!” Depois dessas nenhumas me fizeram pensar o mesmo. E foram muito simples: numa pequena vila perto de Tomar, muitos primos, jogámos muito às cartas e íamos muito ao Agroal que é uma estância balnear lá próxima. O insólito deve ter sido a sensação de liberdade. A minha mãe nesse Verão teve de vir mais cedo para Lisboa trabalhar e ficámos, eu e a minha irmã, sob a alçada do pai que, digamos, era um porreiro.

Tens animais de estimação?
Já tive um gato e anos mais tarde tive um hamster que morreu não sei como (ups!). E entretanto, a família quis adoptar um cão. É lindo, mas temos problemas de socialização. Digamos que é um cão que, apesar de ser minúsculo, gosta de dominar e faz “birra” se é contrariado. Como saí de casa, a relação melhorou bastante!

Cantas no chuveiro? O quê?
Não canto no chuveiro, mas tenho sempre uma música na cabeça. Parece que dá ritmo ao dia.

Ainda vês televisão ou cedeste à internet?
Quando fui viver sozinho, comprar televisão estava nos meus planos. Mas já passou um ano e nunca me fez falta. Parece que cedi à internet e, ao contrário do que pensava, não preciso de televisão para estar informado do que se passa no mundo.

Qual é o melhor sítio para te inspirares?
Numa esplanada com uma óptima vista e com muitas revistas e jornais para ler. É algo que me faz sentir que passo para outra dimensão. Fico completamente alheado, vibro muito com o que é novo. Um dos exercícios que faço naturalmente é traduzir as imagens que vejo em conceitos mais abstractos e enquadrá-los nas tendências actuais de comportamentos. Porque é preciso estar actualizado, saber para onde vai o mundo para também sabermos como podemos agir.

O que andas a fazer neste momento?
Mantenho as minhas aulas de Yôga Personal Training e comecei agora o blog O Guru Veste Prada. Uma das tendências actuais é o estilo de vida saudável: comer bem, estar em forma e com aspecto jovem. E o objectivo do blog é dar essa informação com todo o estilo que seja possível. É a história de um guru que veio dos himalayas, comprou um ferrari e vestiu-se de Prada para vir ensinar ao ocidente o estilo de vida dos mestres indianos. Estou bastante entusiasmado!

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