ID: Bruno Nazário

Fotógrafo Lisboa

BRUNO NAZÁRIO, Lisboa

Fotógrafo

Descreve-nos o teu trabalho em três palavras.
Caixas (de) Cores (pelas minhas) Mãos

Qual a primeira coisa que pensas quando acordas de manhã?
“Caramba! Luz! Porque raio deixei a persiana aberta?!”

Em pequeno, o que querias ser quando fosses grande?
Eu sei lá… eu já quis ser tanta coisa.. Já quis ser veterinário, ocorreu-me um dia ser nadador olímpico e a dada altura pensei ser arquitecto. Cresci fotógrafo convicto que maior é a a nossa projecção e a vontade de crescermos.

Quais os teus ídolos?
Nunca fui de idolatrar alguém, mas sempre admirei a capacidade de criar de alguns. E a minha sensibilidade é eclética, capaz de se perder na vastidão de um Anselm Adams, na manipulação de um Roger Fenton ou no glamour de Richard Avedon.

Quais foram as férias mais inesquecíveis e insólitas que fizeste na vida?
As minhas férias mais insólitas sempre foram para longe dos outros e pelas paisagens de alguns. Mais facilmente retenho o que vejo pelos olhos dos outros, pelas palavras dos outros, pelos gestos dos outros; que pelo labirinto de espaços por onde já possa ter passado.

Tens animais de estimação?
Sim tenho um coala imaginário! É uma seca! São super fofinhos mas não fazem nada o dia todo.

Cantas no chuveiro? O quê?
Canto sim, o «Born this Way»shamefull i know, but what can i do?

Ainda vês televisão ou cedeste à internet?
Vejo sim e também vejo filmes em casa… mas não deixei de ir ao cinema.

Qual é o melhor sítio para te inspirares?
Sagres. Haverão poucos sítios remotos para onde possa fugir e ainda ser capaz de lhes chamar casa.

O que andas a fazer neste momento?
Como qualquer fotógrafo divido o meu tempo em vários projectos, sou um saltimbanco profissional. Tenho tido a oportunidade de trabalhar em meios como a televisão, a internet e quem sabe se para breve numa publicação. Tenho também acarinhado projectos pessoais na área da recriação de interiores e na fotografia de autor – vertente que pretendo condensar numa exposição. Esta dispersão fará parte da realidade de se ser fotógrafo, penso eu, não só por uma questão de mercado, mas também por uma inclinação pessoal para nos surpreendermos perante o perfil das coisas e das pessoas.

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