Modalisboa Transfusion by João Guimarães

Apesar da longevidade do certame, o fenómeno mantém-se. A corrida ao melhor lugar nos desfiles entra em competição com o “namedroping” e roçar de ombros com os maiores nomes ligados à moda nacional.
Fotografia: João Guimarães

Numa altura em que o tema predileto dos media nacionais, e internacionais, é a crise económica e social, o presidente da câmara municipal de Lisboa declarou o interesse da cidade em apostar primordialmente na promoção dos festejos de Santo António e no poeta do mesmo nome. Como bandeiras turísticas da capital, a par com outros eventos de projecção internacional, irão dotar Lisboa de constante visibilidade mediática e, por consequência, apetência à visita.

Nestes outros grandes eventos insere-se a Modalisboa, evento mítico no panorama nacional, cuja 37ª edição terminou no passado dia 9.

Apesar da longevidade do certame, o fenómeno mantém-se. A corrida ao melhor lugar nos desfiles entra em competição com o “namedroping” e roçar de ombros com os maiores nomes ligados à moda nacional. E dizer que se foi assistir a um desfile é, em certos meios, percebido como uma afirmação de determinado status que, apesar de criticado, continua a ser indiscutível e invejado.

O ponto de vista do visitante/consumidor – outsider à industria – que tem pela primeira vez acesso a este mundo reservado é aquele que tentei passar com este set. Escolhi os desfiles que mais achei interessantes e procurei olhar como se fosse a primeira vez. That’s all….

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