O que aconteceria se deixássemos
os momentos do dia-a-dia
mudarem a nossa vida?

o que somos capazes de viver ou morrer para às vezes está bem à nossa frente: afastem-se das portas que se fecham.

Quantas vezes, nos mais variados momentos do dia-a-dia, desesperamos pela espera, pelos atrasos, pelo andamento demasiado lento, ou até demasiado rápido do tempo e do que se passa à nossa volta. E acredito que todos nós já passámos pele mesmo: de alguma forma, na nossa cabeça, congelar o tempo e rescrever a realidade de uma forma a entender os estranhos que nos rodeiam que, na realidade são mais parecidos connosco do que os imaginamos?

Com base num magnífico poema de Max Stossel, um storyteller e poeta norte-americano, surge um vídeo dirigido por Matthew Freidell e com a interpretação de  Rachel Berman e Ryan Weiss: Subway Love conta exactamente essa história.

Em três minutos, divididos em três parte: A primeira parte, retrata o quão chato é andar de metro, em que normalmente ignoramos as pessoas à nossa volta, ansiamos com a demora e tentamos entrar num género de auto-hipnose para fazer com que o comboio chegue mais rápido. E se nessa espera, fizéssemos algo diferente, como dançar, ou até apaixonarmos-nos? Segue, no segundo minuto, em tudo é possível, e tudo isso acontece. Isto, leva-nos a pensar mais sobre tudo o que nos rodeia. O terceiro minuto faz-nos pensar que, esses momentos e onde estavas são, exactamente, onde deverias ter estado. E, claro, que esses momentos podem mudar-nos a vida.

Uma boa história que nos faz pensar que deveríamos estar mais atentos ao que nos rodeia. Simbolicamente, cada comboio que apanhamos ou que perdemos, pode significar o melhor que nos poderia ter acontecido, e temos de nos lembrar mais vezes disso!