Dez anos de IndieLisboa

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Uma década depois, o espírito do festival é exactamente o mesmo: oferecer uma programação variada onde se mostra o que de melhor se faz no cinema alternativo, apostando em novos e promissores autores e simultaneamente acompanhar o percurso independente de cineastas já consagrados. Este ano foram considerados mais de 4.000 filmes e desses seleccionados 246 que foram distribuídos pelas várias secções.

Nesta edição comemorativa, o Cinema português têm mais peso que nunca e, ao contrário do que a crise fazia prever a secção de competição nacional é, segundo Nuno Sena, director do festival, “uma das mais fortes de sempre, talvez a mais forte”. São 6 filmes na competição das longas metragens, entre eles “A Batalha de Tabatô” de João Viana, que foi exibido este ano no Festival de Berlim, “É o Amor” de João Canijo e a primeira longa de Pedro Pinho “Um Fim do Mundo”. Na competição das curtas metragens concorrem 16 filmes. Esta sólida presença da produção nacional é transversal a todo o programa.

Na competição internacional concorrem apenas as primeiras e segundas obras da carreira dos realizadores. É uma oportunidade única para ver filmes que provavelmente não irão entrar no circuito comercial.

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No Observatório é exibido um conjunto de obras de autores reconhecidos produzidas no ultimo ano. Na sessão de abertura há o filme “No” de Pablo Larraín, que representou o Chile nos Óscares de 2013, e o encerramento do festival cabe a “Before Midnight” de Richard Linklater, o filme que volta a juntar os actores Julie Delpy e Ethan Hawke e conscluí a trilogia de “Antes do Amanhecer” e “Antes do Anoitecer”. Em destaque está também o ultimo filme de Harmony Korine “Spring Breakers”.

O Observatório integra ainda um foco especial no realizador austríaco Ulrich Seidl com a exibição da trilogia “Paradies”, contextualizada com três documentários anteriores do mesmo autor.

Uma novidade nesta edição é a entrada do programa Novíssimos para as secções oficiais, onde haverá filmes de animação, ficção, documentários e filmes experimentais realizados na maioria por jovens estudantes de cinema.

Para os apreciadores do cinema mais experimental há a secção de Cinema Emergente composta por uma selecção de curtas e longas metragens que exploram as novas linguagens do cinema contemporâneo.

Nas secções oficiais há ainda a secção Pulsar do Mundo, que consiste numa mostra de documentários em que são abordados temas da actualidade, e o IndieJúnior com uma programação dedicada aos mais novos.

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Há ainda espaço para as secções paralelas que incluêm o IndieMusic com uma selecção de documentários e filmes-concerto, o Director’s Cut com filmes em que o tema principal é o património cinematográfico e as Sessões Especiais com um conjunto de curtas metragens filmadas em Lisboa por alunos de escolas de cinema suíças.

E como esta edição trata-se de celebrar o seu 10º aniversário, o festival junta-se ao Ritz Club para a programação nocturna – Indie by Night. Para já podemos contar com a festa de antecipação do IndieLisboa’13, um concerto especial onde Manuel Fúria e os seus convidados antecipam o regresso dos Heróis do Mar e interpretam o seu álbum “Mãe” e a festa de encerramento, dia 27, inspirada no filme “Secret Disco Revolution”.

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Programação completa em http://www.indielisboa.com/

De 18 a 28 de Abril | Culturgest | Cinema S.Jorge | Cinemateca Portuguesa |Cinema City Classic Alvalade

 

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